quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Soneto Quase Antigo

Outro sol clareou
Mas eu não me despertei
Já sabendo o que restou
Da vida que viverei

Sua mão já não sua
Escapou das minhas mãos
Sua alma nua e crua
Segue apenas a procura

O peito até aperta
A insônia já não sonha
Com aquela porta aberta

Mas, vestígios permanecem
Eu consigo perceber
A alegria que hoje nos entristece.




Sabe "aqueles" textos achados no fim "daqueles" cadernos? Esse foi assim! ;D

Um comentário:

  1. Eu costumo dizer que os nossos melhores pensamentos estão na última página do caderno.
    beeeijo Pedro Henrique
    ;*

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